Cientista de dados, filósofo, especialista em cultura analítica e fundador do Cappra Institute

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Em minhas palestras, aulas, debates e publicações, eu ensino sobre Cultura Analítica, Dados e Inteligência Artificial.

  • Essa palestra trata de como a inteligência artificial (IA) já está transformando o trabalho, a vida e a própria identidade humana, propondo que o futuro não será marcado por humanos vs. máquinas, mas por uma integração colaborativa e simbiótica.

    Principais ideias discutidas

    1. A era dos seres híbridos: Cappra afirma que já não vivemos em um mundo de tecnologia isolada; seres humanos e sistemas de IA estão profundamente interligados, influenciando a tomada de decisões, memória, criatividade e identidade.

    2. IA como amplificadora, não substituta, de capacidades humanas: Em vez de temer que máquinas “tirem empregos”, Cappra enfatiza que a IA deve ser vista como parceira que expande habilidades humanas, especialmente quando combinada com pensamento crítico, empatia e criatividade.

    3. Interdependência e cooperação: O foco não está em qual lado “vence”, mas em entender como humanos e máquinas colaboram em tarefas complexas, compartilhando competências, decisões e processos criativos.

    4. Implicações filosóficas e sociais: A palestra explora dilemas éticos, sociais e culturais provocados pela IA, como a redefinição do trabalho e da autonomia profissional; impactos sobre identidade humana; justiça algorítmica; riscos e desafios do transumanismo.

    5. Competências do futuro: Cappra ressalta que o profissional do futuro precisa desenvolver competências híbridas, como: pensamento crítico e analítico; consciência tecnológica; habilidade de trabalhar de forma estratégica com IA.

    Palestra indicada para:

    • Lideranças e tomadores de decisão

    • Profissionais de organizações em transformação

    • RH, educadores e áreas de desenvolvimento humano

    • Profissionais da era do conhecimento

    O futuro do trabalho já iniciou-se, não como um confronto entre humanos e máquinas, mas como um processo de interdependência, em que cada um amplia o potencial do outro e redefine o que significa trabalhar e existir na era da IA.

  • Essa palestra trata de como dados e inteligência artificial estão redefinindo a forma como organizações pensam, decidem e operam, mostrando que ser data-driven ou AI-driven não é apenas adotar tecnologias, mas desenvolver uma nova capacidade cultural, organizacional e decisória.

    Em vez de reduzir o tema a métricas, dashboards ou automação, a palestra propõe uma visão mais profunda: organizações orientadas por dados e IA são sistemas híbridos, nos quais decisões humanas passam a ocorrer em interdependência com modelos analíticos, algoritmos e sistemas inteligentes.

    Principais ideias discutidas

    1. O que realmente significa ser data-driven e AI-driven: Cappra diferencia o uso superficial de dados da construção de uma organização genuinamente orientada por dados e IA. Ser data-driven e AI-driven não é “seguir números”, mas integrar dados, contexto, julgamento humano e tecnologia em processos de decisão consistentes e responsáveis.

    2. Dados e IA como infraestruturas de decisão: A palestra mostra como dados e inteligência artificial deixam de ser ferramentas de apoio e passam a atuar como infraestruturas centrais de decisão, influenciando prioridades estratégicas, operações, incentivos e relações de poder dentro das organizações.

    3. O papel humano em organizações orientadas por dados e IA: Em ambientes data-driven e AI-driven, o papel do humano não desaparece, mas muda. Cappra discute a transição do executor para o intérprete, curador, questionador e responsável pelas decisões mediadas por sistemas analíticos.

    4. Riscos, limites e dilemas organizacionais: A palestra aborda riscos comuns, como: decisões automatizadas sem compreensão do contexto; fetichização de métricas e modelos; perda de autonomia e responsabilidade; vieses algorítmicos e opacidade decisória. Mostra que maturidade analítica envolve consciência crítica, não apenas sofisticação técnica.

    5. Cultura analítica como vantagem competitiva: Cappra argumenta que o verdadeiro diferencial não está nos dados ou na IA em si, mas na cultura analítica: a capacidade organizacional de fazer boas perguntas, interpretar evidências, equilibrar dados e experiência, e decidir de forma ética e sustentável.

    Palestra indicada para:

    • Alta liderança e gestão executiva

    • Gestores de áreas-chave

    • Lideranças de dados e tecnologia

    • Times envolvidos em transformação digital

    Ser data-driven e AI-driven não é uma questão tecnológica, mas uma transformação profunda na forma como organizações pensam, decidem e exercem poder. Organizações analíticas maduras não substituem humanos por algoritmos, mas constroem sistemas híbridos de decisão, nos quais dados, inteligência artificial e julgamento humano operam em interdependência.

  • Essa palestra trata de como organizações podem se adaptar e evoluir em um mundo marcado pela abundância de dados, pela inteligência artificial e pela complexidade informacional, defendendo que a verdadeira transformação não é tecnológica, mas cultural.

    A palestra apresenta a Cultura Analítica como uma capacidade organizacional estruturante, que orienta comportamentos, decisões, processos e valores em contextos onde dados e sistemas inteligentes passam a mediar o trabalho humano.

    Principais ideias discutidas

    1. A era da informação e seus efeitos organizacionais: Ricardo Cappra argumenta que vivemos uma ruptura informacional: excesso de dados, aceleração decisória e dependência crescente de sistemas técnicos. Nesse cenário, organizações não falham por falta de tecnologia, mas por incapacidade cultural de lidar com a informação.

    2. Cultura Analítica como capacidade organizacional: Cultura Analítica não é BI, analytics ou IA. É a capacidade coletiva de: formular boas perguntas; interpretar evidências; combinar dados, experiência e contexto; sustentar decisões de forma consciente e responsável. Ela se manifesta nos comportamentos cotidianos, não apenas nos sistemas.

    3. Do uso de dados à mudança de mentalidade: A palestra mostra por que iniciativas analíticas falham quando tratadas como projetos técnicos. Sem mudança de mentalidade, dados viram ornamento, dashboards viram ritual e modelos viram autoridade vazia. Transformação analítica exige aprendizagem organizacional e mudança cultural.

    4. Tensões entre dados, poder e decisão: Cappra explora como dados redistribuem poder dentro das organizações: quem pergunta, quem interpreta, quem decide e quem responde pelas consequências. A Cultura Analítica torna explícitas essas tensões e propõe formas mais maduras de governança da informação.

    5. Cultura Analítica como base para o futuro: A palestra sustenta que organizações que desenvolvem Cultura Analítica estão mais preparadas para: lidar com IA de forma responsável; evitar decisões automatizadas sem contexto; sustentar inovação contínua; formar profissionais críticos e autônomos em ambientes informacionais complexos.

    Palestra indicada para:

    • Lideranças organizacionais

    • Gestores de mudança, estratégia e inovação

    • RH, educação corporativa e desenvolvimento organizacional

    • Organizações que já investiram em dados e IA

    —-

    Na era da informação, dados e inteligência artificial não transformam organizações sozinhos. O que transforma organizações é a Cultura Analítica: a capacidade de pensar, decidir e agir de forma consciente em ambientes informacionalmente mediados.

  • Essa palestra trata das transformações profundas na experiência humana provocadas pela convivência cotidiana com sistemas de inteligência artificial, defendendo que não estamos diante de uma simples adoção tecnológica, mas de uma nova condição de interdependência entre humanos e máquinas.

    A partir de uma abordagem filosófica acessível, a palestra investiga como essa interdependência afeta autonomia, responsabilidade, identidade, decisão e poder, colocando em questão os pressupostos éticos que sustentaram o trabalho, a técnica e a ação humana até aqui.

    Principais ideias discutidas

    1. Da ferramenta à interdependência: Ricardo Cappra argumenta que a IA não opera mais como instrumento externo, mas como parte ativa dos processos cognitivos, decisórios e relacionais humanos, inaugurando uma condição de interdependência estrutural.

    2. Autonomia humana em ambientes algorítmicos: A palestra questiona o que significa ser autônomo quando decisões passam a ser mediadas, sugeridas ou antecipadas por sistemas inteligentes. Discute-se a diferença entre delegação técnica e transferência silenciosa de agência.

    3. Responsabilidade, erro e poder: Quem responde por decisões tomadas em sistemas híbridos? A palestra explora a diluição da responsabilidade em ambientes algorítmicos, os riscos da opacidade técnica e a concentração de poder informacional em poucos atores.

    4. Identidade e experiência do sujeito híbrido: Cappra analisa como a presença constante da IA reconfigura a experiência do eu: memória externalizada, criatividade mediada, julgamento assistido. O humano passa a se constituir em relação contínua com sistemas técnicos.

    5. Fundamentos éticos para a era da IA: Em vez de códigos normativos abstratos, a palestra propõe uma ética situada, capaz de lidar com sistemas híbridos reais, considerando contexto, intencionalidade, assimetria de poder e consequências sociais da automação cognitiva.

    Palestra indicada para:

    • Ambientes acadêmicos e educacionais

    • Lideranças, conselhos e formuladores de políticas

    • Profissionais de tecnologia, dados e IA

    • Públicos interessados em filosofia, ética e sociedade

    —-

    A inteligência artificial não nos desafia apenas tecnicamente, mas ontológica e eticamente. Compreender a interdependência humano-máquina é condição para preservar autonomia, responsabilidade e sentido da ação humana em um mundo mediado por sistemas inteligentes.

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Exemplo de palestra realizada no RD Summit em São Paulo, para 5.000 pessoas.

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